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Fabíulla Nádia Guimarães
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Militante nas áreas Cível, Empresarial, Trabalhista e Previdenciária.
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Fabíulla Nádia Guimarães
OAB 36.261/GO
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Fabíulla Nádia Guimarães
Comentário ·
há 10 anos
Novo Sorteio. Direito Civil. Volume 3. 20 de fevereiro de 2016
Flávio Tartuce
·
há 10 anos
Torcendo para ganhá-lo, afinal leciono sobre esse assunto!
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Fabíulla Nádia Guimarães
Comentário ·
há 10 anos
‘Sou plena, feliz e existo porque minha mãe não optou pelo aborto’, diz jornalista com microcefalia
Glauco de Sa
·
há 10 anos
Me aterroriza pensar que operadores do Direito, que estudaram e aprenderam que o maior patrimônio que um ser humano tem é a vida, ainda pensem na possibilidade de tirá-la de um ser indefeso, pelo simples fato dele não ter as características estereotipadas pela nossa sociedade preconceituosa. Em que nos transformaremos no futuro? Em Hitler? Vamos nos utilizar da tecnologia para aniquilar fetos que não se enquadrem no padrão? Triste pensar nas incertezas que nos esperam.
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Fabíulla Nádia Guimarães
Comentário ·
há 11 anos
Os pobres vão à praia! A Seletividade emplacada pela Polícia do Rio de janeiro nas praias cariocas!
Adilson Gomes
·
há 11 anos
Já fui ao Rio várias vezes e adoro essa cidade, acho que a fama de maravilhosa não é exagero nenhum.
Quanto ao caso, só com as informações que foram prestadas, correríamos o risco de sermos parciais ou mesmo injustos. Analisar os dois lados, nessas situações, é fundamental. Uma coisa é certa, vitimizar os adolescentes não vai melhorar a questão da segurança pública. Algumas ações são males necessários a busca do bem comum e da justiça social. Não afirmo se a polícia está certa, mas como julgar quem vive de uma estatística avassaladora de violência? É preciso ter cuidado para não generalizar, mas é preciso ser menos melindroso e aceitar que algumas atitudes, por mais injustas que pareçam, são necessárias para um bom convívio social.
Nem falo da questão racial, essa é fator histórico, dizer que negros e brancos tem o mesmo tratamento no Brasil é fechar os olhos para a realidade. Se assim fosse, qual o motivo da Lei de cotas raciais? O caso pede reflexão pelas duas vertentes.
Pertinente e provocador o artigo, que possamos tirar proveito das discussões aqui iniciadas.
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Comentário ·
há 10 anos
Duas visões: O 'caso Aladdin' e o campo minado das questões raciais
Lauro Chamma Correia
·
há 10 anos
Penso que só por ter adotado uma criança e trata-la com amor o casal já merece uma medalha. É necessário um pouco de empatia para analisar uma situação dessas.
Pessoalmente eu, como ser humano avesso ao carnaval, jamais levaria uma criança para este tipo de festa, mas eles acham bacana, então levaram. Ai é que está: a criança é tratada como um de seus pares e isso é o mais importante.
Por exemplo, anos atrás em um papo de IRC com um rapaz do oriente médio fui perguntado sobre o carnaval: (1) todo mundo gosta?[é comum o estrangeiro médio achar que futebol e carnaval são unanimidades por aqui] (2) "nós também temos, será que é igual?"; e tive de responder: estimativas dizem que 50% dos brasileiros gostam (e eu não estou entre eles) e, cara, pelo que conheço do de vocês, não iriam gostar do "nosso"!
Não preciso dizer que adotar uma criança é uma luta interior muito maior do que ter um filho. E quem vós fala é alguém que talvez não o faria, mas sei valorizar e sou grato a eles, como ser social, se tornarem este menino um cidadão educado (em casa), instruído (na escola) e apto a ter um futuro legal. Adotar é socorrer uma pequena alma que foi rejeitada pelos pais biológicos e trata-la como sua cria. É vencer os laços de sangue que tem grande peso cultural e psicológico não apenas em humanos, ou seja, quem está infernando essa família deveria se envergonhar.
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